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Consulta do Auxílio Emergencial em 2022 pelo CPF



Quando o Auxílio Emergencial foi lançado em 2020 o Governo Federal criou um canal de consultas para que os beneficiários pudessem acompanhar as informações sobre o benefício.

O contemplado deverá informar o seu número do CPF, nome completo, nome completo da mãe, se soubesse, e a data de nascimento. Após inserir esses dados, todas as informações concernentes ao benefício apareciam na página da Dataprev.

Auxílio Emergencial 2022

A Caixa Econômica Federal liberou no dia 13 de janeiro o primeiro lote dos pagamentos retroativos do Auxílio Emergencial destinado aos pais solteiros chefes de família monoparental. Cerca de 823,4 mil homens receberam a parcela única de até R$ 3 mil.

Segundo o Ministério da Cidadania, a estimativa é que 1,3 milhão de pais solteiros sejam beneficiadas com o valor do auxílio em 2022. O pagamento é referente as cinco parcelas de R$ 600, pagas entre abril e agosto de 2020.

Durante a vigência do auxílio, apenas as mães solteiras tiveram acesso as parcelas com valores dobrados do programa. Na ocasião, os homens nas mesmas condições foram vetados pelo presidente Jair Bolsonaro.

No entanto, o Congresso Nacional conseguiu derrubar o veto do chefe do Executivo e ampliou o direito as cotas duplas aos pais solteiros. Estima-se que 1,3 milhão de homens chefes de família que criam os filhos sozinhos sejam beneficiados.

Cabe salientar que o valor da parcela única pode variar entre R$ 600 a R$ 3 mil. Isso porque, só serão pagas as quantias referentes as primeiras cinco parcelas do programa de 2020, considerando ainda quantos pagamentos o cidadão recebeu.

Já são quase 100 dias sem o auxílio emergencial, tradicional benefício pago desde o início da pandemia do Covid-19. Após o Governo encerrar oficialmente o benefício, milhares de pessoas fazem pressão para que o Governo Federal retome os pagamentos.

De acordo com informações do Ministro da Cidadania, João Roma, o auxílio emergencial não tem perspectiva de voltar, pelo menos neste primeiro momento. Em suas redes sociais, o chefe da pasta revelou que não dá para comparar a nova versão do Bolsa Família com o antigo Auxílio Emergencial. De acordo com ele, o projeto que chegou ao fim no final de outubro não deve mais fazer parte do calendário de benefícios sociais do Governo este ano.

“Não dá pra comparar o Auxilio Brasil com o Emergencial. O Auxílio de 2020 não era permanente e cobria também autônomos num momento que estados e municípios decretaram lockdown. Foi um reparo emergencial”, disse o Ministro em sua conta oficial do Twitter”, disse antes de completar:

“O Auxílio Brasil dobrou o valor e incrementou o número de beneficiários de um programa continuado de transferência de renda. Essa foi a determinação do Presidente Jair Bolsonaro. O resto é distorção da realidade”, completou o Ministro no mesmo momento. Ele não explicou, no entanto, qual seria essa “distorção da realidade” a que ele estava se referindo.

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