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Conheça 4 investimentos para quem busca renda passiva



Nem só de oscilações do Ibovespa vive o investidor. Uma das metas de quem investe também é a tal da "renda passiva", que, em outras palavras, é receber pagamentos regularmente, sem precisar trabalhar. 

Para ajudar quem busca investimentos com retornos regulares, o Monitor do Mercado separou quatro tipos de investimentos que costumam pagar a seus investidores periodicamente, ajudando quem busca renda passiva.

Tesouro IPCA+ com cupom semestral

Esse investimento de renda fixa que faz parte do Tesouro Direto (ou seja, você empresta dinheiro para o governo federal) e seu rendimento é atrelado ao IPCA, que é a própria inflação oficial. Quem adquire esse título está comprando um ativo que vai render sempre um pouco acima da inflação, na data do resgate.

O Tesouro IPCA + faz pagamentos a cada 6 meses dos juros que o investimento rendeu por aquele período. A atenção para esse investimento é que a cada vez que receber os ganhos, será descontado o imposto de renda dos lucros.

Tesouro Prefixado com cupom semestral

Assim como o Tesouro IPCA +, esse investimento também faz o pagamento a cada 6 meses, mas como uma diferença: o prefixado é uma taxa fixa e não depende de uma inflação ou Selic.

A taxa é preestabelecida, logo, o investidor já sabe de início quanto terá de ganho do começo até o vencimento do investimento. E ele também sofre com o desconto do imposto de renda.

Aluguéis dos fundos imobiliários

Os FIIs (Fundos de Investimentos Imobiliários) são grupos de pessoas que colocam dinheiro em fundos para comprar imóveis ou investir em outros fundos que fazem isso. São shopping centers, centros de distribuição, escritórios, prédios comerciais, hospitais, por exemplo.

Assim como no aluguel de imóveis, todos os meses os inquilinos irão efetuar o pagamento, e o investidor, como parte do fundo, receberá o proporcional dos aluguéis nos quais investiu. Esse ganho é isento do desconto do imposto de renda.

Dividendo de ações

Ao investir em ações de empresas na Bolsa, o investidor vai ganhar mais, quando o lucro da empresa escolhida aumentar, sendo acionista da empresa. Esses lucros são divididos de modo proporcional com o que foi investido na empresa, e, assim como nos FIIs, não há desconto de imposto de renda.

Aqui, são as empresas que escolhem quando irão realizar os pagamentos dos dividendos, então, pode ser todo mês, ou tem empresas que pagam a cada 3, 6 e 12 meses. O investidor deverá ter atenção na movimentação dos ganhos das empresas que decidir aplicar o seu dinheiro.

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